sexta-feira, 20 de junho de 2008

As novas tecnologias e a Educação à Distância (EAD)

Cada vez mais acessíveis, as novas tecnologias estão gradativamente mais presentes em nossa vida, e conseqüentemente mais indispensáveis ao nosso cotidiano profissional, particular e escolar. Acesso à internet, câmera digital, mp3, mp4, pendrive, celular com acesso à internet e câmera, entre outros, são facilidades que auxiliam no desempenho das atividades devido à gama de possibilidades do uso das mesmas. É facilidade em ler qualquer assunto ou notícia do mundo inteiro em qualquer lugar, facilidade em ver as pessoas ou lugares a qualquer momento, facilidade em comunicar-se com as pessoas, sem a necessidade do deslocamento, do encontro presencial. E assim, surge uma nova possibilidade de aprimoramento de uma modalidade de educação já bem conhecida, a Educação a Distância.

A Educação à Distância é imensamente vantajosa: não aprisiona os alunos, o valor é mais acessível, o número de pessoas atingidas é maior, proporciona oportunidade de Educação em localidades distantes e oportuniza o exercício da autonomia (pois o alunos estudam quando estão dispostos, em seu tempo e espaço). Mas não significa aula não presencial, e sim a inserção desta vasta variedade de tecnologias na Educação, que auxiliarão imensamente a construção do saber. Apesar da distância, muitas vezes imensa, as tecnologias são utilizadas para encurtar as mesmas, aproximar os educandos, pois possibilita interação entre os mesmos, e desta forma a construção do conhecimento.

Mas ao mesmo tempo em que estas novas tecnologias estejam encaminhando a Educação para um novo nível, existem as desvantagens. Entre elas a ausência do contato humano, que é de suma importância, e o desaparecimento de espaços de afetividade.

Contudo, o processo de ensino-aprendizagem é deveras complexo, e o tradicionalismo na Educação está longe da extinção, mesmo porque, muitos dos modelos virtuais de Educação, subsidiados por estas novas e modernas tecnologias, representam este modelo centralizador. As tecnologias devem ser utilizadas para contribuir neste processo para quebrar paradigmas, aprofundar conteúdos, elucidar fatos, enquanto esta universalidade de conhecimento virtual não vigore.

MORAN, J. M. Disponível em

http://www.microsoft.com/brasil/educacao/biblioteca/artigos/nov_05.mspx

acessado em 19/junho/2008.


3 comentários:

Mirayde disse...

Sexta-feira, 20 de Junho de 2008
Texto: Software livre no governo

Um software é considerado como livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuário s do software definidas pela FREE SOFTWARE FOUNDATION:
A liberdade de executar o programa para qualquer propósito.
A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo as suas necessidades.
A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar o seu próximo.
A liberdade de aperfeiçoar o programa e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie.
Um software de domínio publico também é considerado um software livre.
As licenças de software livres permitem que eles sejam vendidos, mas estes, em sua grande maioria, estão distribuídos gratuitamente.
O fundamento para tratar software desenvolvido pelo setor público como objeto de compartilhamento pode ser obtido na teoria dos bens públicos: Bem público como aquele que apresenta características de indivisibilidade e de não rivalidade. Ou seja, pode ser usado por todos, sem que com isso se estabeleça competição entre os usuários pelo bem.
os software livres possuem pontos tanto positivos como negativos.
Pontos positivos:
Independência do fornecedor
Inclusão digital
Diminui a pirataria
Respeita o dinheiro público
Desenvolve a economia interna
Pontos negativos:
Tem custos de manutenção maiores
Gera sobrecarga por demandas de serviços de suporte
Sofre possíveis restrições jurídicas
Não possui padrões universais para produzir e documentar programas.
O secretário do Ministério do Planejamento, Rogério Santana, destacou que:
“ Essa iniciativa representa a libertação de mais um elo dos grilhões dos fornecedores proprietários de soluções e do sistema de informação.
“Uma visão autônoma é capaz de fazer frente aos desafios do país”, destacou Santana. Na sua opinião, a participação das universidades brasileiras é fundamental nesse processo.

Referências:
Disponível em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_software_livre#Movimento_software_livre

Julianne disse...

Gostei muito do texto. Eu pessoalmente sou e muito a favor da Educação a Distância, inclusive sou a mais nova adepta no curso de Letras/Libras da UFSC e os fatores positivos mencionados no seu texto realmente foi o que motivou: Não aprisionando os alunos, o valor é mais acessível(no meu caso é de graça, passei na Federal uhuhuh!!!!), o número de pessoas atingidas é maior, proporciona oportunidade de Educação em localidades distantes e oportuniza o exercício da autonomia de eu mesma fazer os meus horários.

Anônimo disse...

Concordo contigo, porém acredito que a aprendizagem dá-se na riqueza da discussão que ocorre no contato professor - aluno. Pessoalmente tenho experiência tanto da educação presencial como de educação à distância e sinto enormes diferenças entre um e outro sistema.
Acredito que as tecnologias devem sim ser utilizadas na educação e que os métodos atuais de ensino devem se adequar. Mas será que a educação à distância vem de encontro com o aumento da qualidade de ensino? Ou somente da quantidade de alunos com diploma?